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O CONCÍLIO DA ÚLTIMA CHANCE"
Em seu livro "Paz na era pós-cristã" Thomas Merton conta que, tão logo se pensou nos preparativos do Concílio Vaticano II, a Revista Francesa "Realités" apelidou-o num artigo repleto de intuições perspicazes de "O Concílio da Última Chance". Meio século passado constatamos que esse título provocativo talvez tenha até encorajado os católicos a se entregarem ao grande movimento de renovação que o Papa João XXIII inaugurou com a abertura das janelas do Vaticano. Verdade é que propósitos ali elaborados encontraram obstáculos através dos caminhos percorridos, o que não é novidade pois a Igreja, embora divina, é constituída de seres humanos. Felizmente, para "gaudium magnum"o que no presente momento se vê é uma sadia conexão daquilo que o papa Francisco vai realizando franciscanamente com o pensamento do papa João XXIII que se diria "reincarnado" no atual papa. Seja como for, escreve Tristão (carta de 07/06/1963): "o que fez o nosso João XXIII ninguém poderá desfazer. Foi um novo Pio X mas voltado para o futuro e não para o passado. UM SANTO QUE ABRIU O SÉCULO XXI! E que deu a nota, o LÁ, para os sucessores, se quiserem ser fieis ao que ficou demonstrado ser a GRANDE VIA DA IGREJA no mundo moderno, a da SANTIDADE com todas as suas implicações de participação na vida e não de evasão". A propósito: quão distante ficou desse pensamento profético de TRISTÃO a frase que ele deixou gravada em carta sua de 16/06/1963 pronunciada pelo cardeal Siri de Gênova sobre o pontificado de JOÃO XXIII: "Serão precisos 40 anos para a Igreja recuperar o que perdeu em 4!" Comentário de Tristão (idem, ibidem): "Quando ouço uma frase dessas compreendo que esforço infinito é preciso para não odiar o próximo... E para cumprir a palavra e a lição de Jesus e de seu servo JOÃO... " O certo é que 40 anos se contam entre a época da morte de JOÃO XXIII e a eleição do nosso papa FRANCISCO!
domingo, 24 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
49 ANOS SEM KENNEDY e SEM JÂNIO
Rio, 20/01/1964. Eis o que escreveu à filha TRISTÃO de ATHAYDE dois meses depois da morte de Kennedy: "Na data de hoje (20/01/1964), no ano de 1961, foi a posse de KENNEDY e foi também o dia da chegada do JÂNIO, que iria tomar posse no dia 31! Que coincidência! E eu escrevi no meu diário nesse dia apenas a palavra "ESPERANÇA", duas vezes, assim: "Posse Kennedy! Esperança!!""Chega JÂNIO! Esperança!" Tenho até um arrepio quando, apenas três anos depois, penso em tudo o que houve. Kennedy assassinado, Jânio deposto por si mesmo (na frase que tanto irritou o meu eminente ex-amigo (Corção), hoje no Index...): "Por terra as duas grandes esperanças desse dia 20 de janeiro de 1961! "Que tremenda lição! Lição de revolta ou de conformidade? Evidentemente nem uma nem outra. Lição de aceitação plena da vontade de Deus e consciência de que todas as "esperanças" terrenas são frágeis e vãs como nuvens sem chuva... Tudo vão, vão, inútil. Por terra. O vento passou, a morte e a loucura levaram as duas esperanças políticas do dia 20 de janeiro de 1961 e aqui estamos a 20 de janeiro de 1964, com os dois sucessores constitucionais dessas duas grandes esperanças políticas, ambos medíocres, ambos legais, ambos vulgares, ambos de boa vontade, males menores - se quisermos - mas sem nada, nada, nada daquilo que, nos horizontes universais, despertou o KENNEDY, com toda a sua juventude aberta e solar. E, no plano nacional, esse moralizador imoral, que no auge da luta é apeado pelo clamor dos seus partidários da véspera, que esperavam nele um aliado a serviço dos seus ideais retrógados e o desceram do pedestal onde ele não teve coragem de ficar, mostrando que realmente nào tinha a fibra que o jovem assassinado de ontem tinha para dar! Tudo isso é o veu da decepção que desceu sobre este meu fim de vida e só não altera a minha equanimidade porque há já muito (desde 1928) que não espero nada nem dos homens nem das instituições humanas e por isso mesmo vivo em perpétua disponibilidade e numa paz interior que me consola do afastamento total de todos os meus amigos de outrora, sem contrair novos (essa última frase taalvez seja exagerada e pessimista e portanto deve ser riscada). O que quis dizer é que, abandonando os meus amigos da direita (ou sendo por eles abandonado), colocando-me (como quero colocar-me) acima da direita e da esquerda, não me incorporei a nenhum grupo de esquerda. E prefiro ser acusado - como foi Romain Rolland, quando em 1914 se declarou "au dessus de la mêlée" - de diletantismo ou de pilatismo (lavar as mãos) do que de me deixar infiltrar pelo fanatismo! E todas essas decepções, na realidade, só o são da boca pra fora, pois realmente nunca esperei nada do mundo e das coisas do mundo, ao menos desde 1928. E todas essas decepções, desde o Centro Dom Vital até o Kennedy, tudo só faz confirmar, e de vez em quando atiçar o fogo autêntico da Fé, que me ensina a só esperar de Deus. E Ele nos alimenta a Fé, precisamente com a lenha das decepções humanas".
Rio, 20/01/1964. Eis o que escreveu à filha TRISTÃO de ATHAYDE dois meses depois da morte de Kennedy: "Na data de hoje (20/01/1964), no ano de 1961, foi a posse de KENNEDY e foi também o dia da chegada do JÂNIO, que iria tomar posse no dia 31! Que coincidência! E eu escrevi no meu diário nesse dia apenas a palavra "ESPERANÇA", duas vezes, assim: "Posse Kennedy! Esperança!!""Chega JÂNIO! Esperança!" Tenho até um arrepio quando, apenas três anos depois, penso em tudo o que houve. Kennedy assassinado, Jânio deposto por si mesmo (na frase que tanto irritou o meu eminente ex-amigo (Corção), hoje no Index...): "Por terra as duas grandes esperanças desse dia 20 de janeiro de 1961! "Que tremenda lição! Lição de revolta ou de conformidade? Evidentemente nem uma nem outra. Lição de aceitação plena da vontade de Deus e consciência de que todas as "esperanças" terrenas são frágeis e vãs como nuvens sem chuva... Tudo vão, vão, inútil. Por terra. O vento passou, a morte e a loucura levaram as duas esperanças políticas do dia 20 de janeiro de 1961 e aqui estamos a 20 de janeiro de 1964, com os dois sucessores constitucionais dessas duas grandes esperanças políticas, ambos medíocres, ambos legais, ambos vulgares, ambos de boa vontade, males menores - se quisermos - mas sem nada, nada, nada daquilo que, nos horizontes universais, despertou o KENNEDY, com toda a sua juventude aberta e solar. E, no plano nacional, esse moralizador imoral, que no auge da luta é apeado pelo clamor dos seus partidários da véspera, que esperavam nele um aliado a serviço dos seus ideais retrógados e o desceram do pedestal onde ele não teve coragem de ficar, mostrando que realmente nào tinha a fibra que o jovem assassinado de ontem tinha para dar! Tudo isso é o veu da decepção que desceu sobre este meu fim de vida e só não altera a minha equanimidade porque há já muito (desde 1928) que não espero nada nem dos homens nem das instituições humanas e por isso mesmo vivo em perpétua disponibilidade e numa paz interior que me consola do afastamento total de todos os meus amigos de outrora, sem contrair novos (essa última frase taalvez seja exagerada e pessimista e portanto deve ser riscada). O que quis dizer é que, abandonando os meus amigos da direita (ou sendo por eles abandonado), colocando-me (como quero colocar-me) acima da direita e da esquerda, não me incorporei a nenhum grupo de esquerda. E prefiro ser acusado - como foi Romain Rolland, quando em 1914 se declarou "au dessus de la mêlée" - de diletantismo ou de pilatismo (lavar as mãos) do que de me deixar infiltrar pelo fanatismo! E todas essas decepções, na realidade, só o são da boca pra fora, pois realmente nunca esperei nada do mundo e das coisas do mundo, ao menos desde 1928. E todas essas decepções, desde o Centro Dom Vital até o Kennedy, tudo só faz confirmar, e de vez em quando atiçar o fogo autêntico da Fé, que me ensina a só esperar de Deus. E Ele nos alimenta a Fé, precisamente com a lenha das decepções humanas".
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
50 ANOS SEM KENNEDY
Rio, 23/11/1963. "Ando aniquilado pela tragédia de ontem (o assassinato de JOHN F.KENNEDY em Dallas, no Texas), que em um segundo varreu do mundo um homem que eu só comparo a outro, JOÃO XXIII. Apenas este tinha 83 (?) anos e Kennedy, pouco mais da metade, 46, e poderia fazer tanto pelo mundo se... não pensássemos... na idade de NOSSO SENHOR. Em 33 anos Ele fez mais pelo mundo do que outro qualquer filho do mundo. E o nosso velho JOÃO o fez em 5 anos. De modo que o tempo em densidade compensa o tempo em extensão. Em 3 anos de governo e mais nos que os precederam, esse rapaz - com sua carinha de universitário garoto - fez mais pelos Estados Unidos do que qualquer outro presidente, equiparando-se a homens como Lincoln, Roosevelt, Washington - os maiores - e fatalmente seria reeleito. E para o mundo então?! Minha profunda consternação não é tanto ver morrer em plena mocidade uma flor humana como essa, ao lado da sua Jacqueline, que parece uma aluna do colégio Bennet, e com aquelas duas crianças maravilhosas de frescura, - é ver desaparecer 0 ÚNICO campeão POLÍTICO daquelas mesmas ideias que, no plano espiritual, JOÃO XXIII lançou ao mundo. E vê-lo morrer assassinado por aqueles que representam exatamente os ideais... opostos - do ódio, da intolerância, do racismo, da violência. É isso que me deixa aniquilado e só me consolo com o "nisi granum..." E a única explicação é essa. Para que os grandes ideais triunfem é preciso que os seus portadores diminuam, desapareçam, apodreçam, tenham eles 80 ou 40 anos. Uma vez lançada a semente, a planta morre, ou pelo menos a flor morre. Está cumprida a sua missão. Será que aos olhos de Deus estava cumprida a missão desse jovem e autêntico líder do mundo livre? Aos olhos de Deus pode ser. Aos nossos, não! E ao nosso coração, então, como à nossa inteligência e às nossas convicções sociais é um abismo que se abre e é o caminho aberto à entrada do pior monstro que ameaça o nosso mundo: o FANATISMO. Kennedy foi vítima do fanatismo conservador e é esse fanatismo que encontra agora o caminho livre, sem ter pela frente esse jovem Siegfried da liberdade, da coragem, do diálogo, da simpatia e da inteligência irradiantes que ele encarnava como ninguém" (carta de Tristão de Athayde à filha freira Maria Teresa).
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
UMA SENZALA NO CARAÇA
Neste DIA da CONSCIÊNCIA NEGRA, aprecie por oportuno este poema do PADRE PEDRO SARNEEL:
"Olhando do patamar da igreja para a Casa das Sampaias vê-se no alto do seu quintal, que já foi delicioso pomar, uma RUÍNA. Um fragmento de muro da antiga SENZALA DO CARAÇA. Contempla, romeiro, aquele destroço da escravidão. Lembra o passado. E canta um hino de louvor e gratidão aos NEGROS fortes e espadaúdos que deixaram saudosos a costa da África, atravessaram, entulhados em porões, o imenso Atlântico. E vieram trabalhar e suar na construção do SANTUÁRIO da SENHORA MÃE dos HOMENS. Moravam lá onde ficou até hoje aquele alto e longo paredão que, graças a Deus, o tempo não desmoronou de todo, para que nos faça lembrar ainda e cantar sempre a humilde mas real colaboração de piedosos escravos na formação e perpetuidade do monumento nacional que é o CARAÇA. Tinham vindo de Angola e Bengala. Chamavam-se os primeiros Mamede e Mateus, João Pequeno e João Velho. E depois destes vieram outros. E todos trabalharam muito. E a todos - narra o mais antigo cronista do Caraça - os padres do caridoso São Vicente de Paulo deram LIBERDADE. Repousam seus ossos onde estás pisando agora. À direita descansam os homens. À esquerda dormem as mulheres. Adro sagrado da igreja serve-lhes de cemitério, ou antes de SENZALA bendita de onde hão de ressurgir um dia para irem ao encontro do Cristo Libertador, em companhia de seus irmãos, os santos escravos Porfírio, Agrícola, Felicidade e Blandina. Canta, bom peregrino, canta! São tão poucos os que celebram as glórias dos ESCRAVOS e lhes agradecem as obras. Canta ainda, romeiro, e ouve debaixo de teus pés as ossadas que se agitam, estremecendo de alegria... no gozo de sua LIBERTAÇÃO! ("GUIA SENTIMENTAL DO CARAÇA", PP. 178-179).
Neste DIA da CONSCIÊNCIA NEGRA, aprecie por oportuno este poema do PADRE PEDRO SARNEEL:
"Olhando do patamar da igreja para a Casa das Sampaias vê-se no alto do seu quintal, que já foi delicioso pomar, uma RUÍNA. Um fragmento de muro da antiga SENZALA DO CARAÇA. Contempla, romeiro, aquele destroço da escravidão. Lembra o passado. E canta um hino de louvor e gratidão aos NEGROS fortes e espadaúdos que deixaram saudosos a costa da África, atravessaram, entulhados em porões, o imenso Atlântico. E vieram trabalhar e suar na construção do SANTUÁRIO da SENHORA MÃE dos HOMENS. Moravam lá onde ficou até hoje aquele alto e longo paredão que, graças a Deus, o tempo não desmoronou de todo, para que nos faça lembrar ainda e cantar sempre a humilde mas real colaboração de piedosos escravos na formação e perpetuidade do monumento nacional que é o CARAÇA. Tinham vindo de Angola e Bengala. Chamavam-se os primeiros Mamede e Mateus, João Pequeno e João Velho. E depois destes vieram outros. E todos trabalharam muito. E a todos - narra o mais antigo cronista do Caraça - os padres do caridoso São Vicente de Paulo deram LIBERDADE. Repousam seus ossos onde estás pisando agora. À direita descansam os homens. À esquerda dormem as mulheres. Adro sagrado da igreja serve-lhes de cemitério, ou antes de SENZALA bendita de onde hão de ressurgir um dia para irem ao encontro do Cristo Libertador, em companhia de seus irmãos, os santos escravos Porfírio, Agrícola, Felicidade e Blandina. Canta, bom peregrino, canta! São tão poucos os que celebram as glórias dos ESCRAVOS e lhes agradecem as obras. Canta ainda, romeiro, e ouve debaixo de teus pés as ossadas que se agitam, estremecendo de alegria... no gozo de sua LIBERTAÇÃO! ("GUIA SENTIMENTAL DO CARAÇA", PP. 178-179).
terça-feira, 19 de novembro de 2013
DOUTRINA MONROE
Em razão dos tumultos que explodiam por toda a AMÉRICA LATINA a partir de 1830, ocasionados pelas insurreições nativistas que buscavam a independência de suas regiões do domínio do império espanhol e português, o CONGRESS0 NORTE AMERICANO aprovou em 1823 UM DOCUMENTO, conhecido como "A DOUTRINA MONROE", pelo qual o então presidente dos Estados Unidos, JAMES MONROE (1817-1825), defendia "A MÉRICA PARA OS AMERICANOS". Finalidade: impedir toda colonização europeia, promovendo assim a hegemonia dos EUA na região. Claramente ela se opunha à coligação ultra conservadora, plenejada no Congresso de Viena de 1815, constituindo-se numa ameaça sobre a América convulsionada em luta pela emancipação política. Ontem, 19/11/13, o secretário de Estado dos EUA, JOHN KERRY, discursando na sede da ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS declarou que a era da DOUTINA MONROE não existe mais. Acrescentou que os vizinhos hoje fazem "decisões como parceiros". Se, pela DOUTRINA MONROE, os "Estados Unidos se declararam protetores da região, exercendo sua influência para se opor à influência europeia, no longo discurso Kerry salientou que essa era acabou. Finalizando, o secretário de Estado americano lembrou que, quando menos esperamos, a vida nos colocou um desafio para testar nossa coragem e nossa vontade de mudar, perguntando: "Teremos a coragem das escolhas duras e vontade de mudar?"
Em razão dos tumultos que explodiam por toda a AMÉRICA LATINA a partir de 1830, ocasionados pelas insurreições nativistas que buscavam a independência de suas regiões do domínio do império espanhol e português, o CONGRESS0 NORTE AMERICANO aprovou em 1823 UM DOCUMENTO, conhecido como "A DOUTRINA MONROE", pelo qual o então presidente dos Estados Unidos, JAMES MONROE (1817-1825), defendia "A MÉRICA PARA OS AMERICANOS". Finalidade: impedir toda colonização europeia, promovendo assim a hegemonia dos EUA na região. Claramente ela se opunha à coligação ultra conservadora, plenejada no Congresso de Viena de 1815, constituindo-se numa ameaça sobre a América convulsionada em luta pela emancipação política. Ontem, 19/11/13, o secretário de Estado dos EUA, JOHN KERRY, discursando na sede da ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS declarou que a era da DOUTINA MONROE não existe mais. Acrescentou que os vizinhos hoje fazem "decisões como parceiros". Se, pela DOUTRINA MONROE, os "Estados Unidos se declararam protetores da região, exercendo sua influência para se opor à influência europeia, no longo discurso Kerry salientou que essa era acabou. Finalizando, o secretário de Estado americano lembrou que, quando menos esperamos, a vida nos colocou um desafio para testar nossa coragem e nossa vontade de mudar, perguntando: "Teremos a coragem das escolhas duras e vontade de mudar?"
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
SONO - GRANDE AMIGO DO CÉREBRO
O funcionamento normal do cérebro EXIGE a presença de SONO, e deteriora, quanto mais tempo se passe ACORDADO. O sono é necessário para que os produtos do metabolismo potencialmente TÓXICOS do cérebro sejam eliminados. O cérebro adormecido tem como que uma torneirinha aberta pela qual as toxinas se espalham rapidamente pelo espaço intersticial: o volume situado do lado de fora das células por onde circula o líquido que banha as células recebe e expulsa tudo aquilo que elas excretam. Experiência demonstrou que a circulação de líquido no espaço intersticial é MÍNIMA, é reduzida. Mas a transição para o SONO leva a um aumento de 60% desse espaço, aumentando muito a circulação do líquido intersticial. Resultado: a remoção de TOXINAS produzidas pelo FUNCIONAMENTO das células só acontece DURANTE O SONO. Em vigília, com pouca circulação as TOXINAS vão se ACUMULANDO. DORMIR, portanto, após horas acordado, deixa o CÉREBRO PRONTO, preparado, para começar tudo de novo, com a expulsão das TOXINAS, graças ao aumento da circulação do líquido intersticial que banha as células. Ausência de SONO suficiente produz fadiga mental, más decisões, dificuldades de aprendizado, crises de enxaqueca, etc. (Folha de São Paulo, 12/11/13, "Faxina noturna").
O funcionamento normal do cérebro EXIGE a presença de SONO, e deteriora, quanto mais tempo se passe ACORDADO. O sono é necessário para que os produtos do metabolismo potencialmente TÓXICOS do cérebro sejam eliminados. O cérebro adormecido tem como que uma torneirinha aberta pela qual as toxinas se espalham rapidamente pelo espaço intersticial: o volume situado do lado de fora das células por onde circula o líquido que banha as células recebe e expulsa tudo aquilo que elas excretam. Experiência demonstrou que a circulação de líquido no espaço intersticial é MÍNIMA, é reduzida. Mas a transição para o SONO leva a um aumento de 60% desse espaço, aumentando muito a circulação do líquido intersticial. Resultado: a remoção de TOXINAS produzidas pelo FUNCIONAMENTO das células só acontece DURANTE O SONO. Em vigília, com pouca circulação as TOXINAS vão se ACUMULANDO. DORMIR, portanto, após horas acordado, deixa o CÉREBRO PRONTO, preparado, para começar tudo de novo, com a expulsão das TOXINAS, graças ao aumento da circulação do líquido intersticial que banha as células. Ausência de SONO suficiente produz fadiga mental, más decisões, dificuldades de aprendizado, crises de enxaqueca, etc. (Folha de São Paulo, 12/11/13, "Faxina noturna").
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
BENDITO SEJA O NOME DE DEUS!
Falei aqui ontem de uma carta escrita há exatos 4 anos, 08/11/09, pelo caracense, ONOFRE DE FREITAS, poeta, professor universitário, membro da Academia Mineira de Letras, ser humano invejável, organizador da antologia "CARAÇA - NINHO DE ÁGUIAS". Poucos dias depois de anunciar para breve o parto da antologia, o bom Deus como a Elias o subtraiu da terra. E nada mais se sabe a respeito! Abro agora as "AS CARTAS do PAI" do Tristão... que achado me traz esta "Beata solitudo"! Um artigo do Jornal do Brasil, de 08/11/83, escrito pelo recém falecido LUIZ PAULO HORTA: "Cartas íntimas, cheias de dor, do alegre ALCEU"! Sob vários aspectos, alguém, tecendo o necrológio do Tristão, julgou PAULO HORTA o único católico brasileiro dotado no momento da capacidade de substituir o nosso ALCEU. Nas FILIPINAS uma fotografia do que foi o dilúvio narrado na Sagrada Escritura, dizimando as FILIPINAS e ceifando milhares de irmãos nossos na fé - Filipinas são o país mais católico do mundo! E neste nosso Estado um casal que perdera duas filhas de doze e sete anos soterradas nos temporais de Angra dos Reis há quatro anos, em substituição da Gabriela e da Giovanna embala no berço duas meninas e um menino! "DOMINUS DEDIT DOMINUS ABSTULIT, SIT NOMEN DOMINI BENEDICTUM!!!
Falei aqui ontem de uma carta escrita há exatos 4 anos, 08/11/09, pelo caracense, ONOFRE DE FREITAS, poeta, professor universitário, membro da Academia Mineira de Letras, ser humano invejável, organizador da antologia "CARAÇA - NINHO DE ÁGUIAS". Poucos dias depois de anunciar para breve o parto da antologia, o bom Deus como a Elias o subtraiu da terra. E nada mais se sabe a respeito! Abro agora as "AS CARTAS do PAI" do Tristão... que achado me traz esta "Beata solitudo"! Um artigo do Jornal do Brasil, de 08/11/83, escrito pelo recém falecido LUIZ PAULO HORTA: "Cartas íntimas, cheias de dor, do alegre ALCEU"! Sob vários aspectos, alguém, tecendo o necrológio do Tristão, julgou PAULO HORTA o único católico brasileiro dotado no momento da capacidade de substituir o nosso ALCEU. Nas FILIPINAS uma fotografia do que foi o dilúvio narrado na Sagrada Escritura, dizimando as FILIPINAS e ceifando milhares de irmãos nossos na fé - Filipinas são o país mais católico do mundo! E neste nosso Estado um casal que perdera duas filhas de doze e sete anos soterradas nos temporais de Angra dos Reis há quatro anos, em substituição da Gabriela e da Giovanna embala no berço duas meninas e um menino! "DOMINUS DEDIT DOMINUS ABSTULIT, SIT NOMEN DOMINI BENEDICTUM!!!
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