A PAPISA JOANA
PERSONAGEM LENDÁRIA CUJA MAIS ANTIGA MENÇÃO REMONTA AO CRONISTA DOMINICANO JOÃO DE MAILLY (1250) que coloca o fato sem precisão de nome, no ano de mais ou menos 1100, e que encontrou sua narração mais acreditada na crônica um pouco posterior e tão popular de MARTIN O POLONÊS (MORTO EM 1278). POR OCASIÃO DA MORTE do papa Leão IV (855), uma mulher de origem inglesa, nascida em Mayence, formada em estudos de Atenas, regressara a Roma com vestes masculinas e, sob o nome de joão o inglês, depois de ter ensinado com brilho, teria sido eleita papa com o nome de JOÃO VIII. Com mais de 2 anos de papado ela teria traído seu sexo dando à luz em plena procissão. Segundo alguns, ela teria sido morta na praça, e segundo outros ela teria sido deposta e vivido algum tempo num estado de penitência. Aceita por muito tempo pelos católicos, a lenda encontrou seu primeiro opositor sério em DAVID BLONDEL "(1647) mas conservou por muito tempo o favor dos protestantes e dos inimigos do papado.
quarta-feira, 16 de março de 2016
terça-feira, 15 de março de 2016
PÁSCOA E ASCENSÃO
A festa da PÁSCOA é a maior festa do ano cristão. Foi instituída para celebrar-se a RESSURREIÇÃO de JESUS CRISTO. CONVINHA QUE O MAGNÍFICO TRIUNFO DE JESUS sobre a morte fosse lembrado com solenidade especial. MOISÉS já havia estabelecido em memória da libertação dos JUDEUS, do Egito, a festa da PÁSCOA, RECORDANDO A PRIMEIRA VEZ QUE TINHAM COMIDO O CORDEIRO PASCAL, ATRAVESSANDO O MAR VERMELHO. Cada ano nesse mesmo dia deviam as famílias imolar e comer um cordeiro. Foi isto o símbolo de uma salvação mais perfeita e de outra Páscoa muito mais saudável. A festa cristã da PÁSCOA substituiu a Páscoa Judaica, tornando-se caro para os cristãos todo ano o aniversário da Ressurreição de Jesus celebrada logo depois da Páscoa Judaica. A respeito da data dessa celebração, observe-se que o ORIENTE queria conservar para isso o décimo quarto dia da lua de março como os Judeus. O OCIDENTE transferira a data da celebração da festa para o próximo domingo. Prevaleceu esta última prática desde o concílio de Nicéia em 325. O mesmo nome de PÁSCOA ficou sendo usado e o sentido desse vocábulo que quer dizer "passagem" quadra igualmente com a RESSURREIÇÃO: passagem da morte para a vida.
A festa da PÁSCOA é a maior festa do ano cristão. Foi instituída para celebrar-se a RESSURREIÇÃO de JESUS CRISTO. CONVINHA QUE O MAGNÍFICO TRIUNFO DE JESUS sobre a morte fosse lembrado com solenidade especial. MOISÉS já havia estabelecido em memória da libertação dos JUDEUS, do Egito, a festa da PÁSCOA, RECORDANDO A PRIMEIRA VEZ QUE TINHAM COMIDO O CORDEIRO PASCAL, ATRAVESSANDO O MAR VERMELHO. Cada ano nesse mesmo dia deviam as famílias imolar e comer um cordeiro. Foi isto o símbolo de uma salvação mais perfeita e de outra Páscoa muito mais saudável. A festa cristã da PÁSCOA substituiu a Páscoa Judaica, tornando-se caro para os cristãos todo ano o aniversário da Ressurreição de Jesus celebrada logo depois da Páscoa Judaica. A respeito da data dessa celebração, observe-se que o ORIENTE queria conservar para isso o décimo quarto dia da lua de março como os Judeus. O OCIDENTE transferira a data da celebração da festa para o próximo domingo. Prevaleceu esta última prática desde o concílio de Nicéia em 325. O mesmo nome de PÁSCOA ficou sendo usado e o sentido desse vocábulo que quer dizer "passagem" quadra igualmente com a RESSURREIÇÃO: passagem da morte para a vida.
QUE É A SEMANA SANTA?
A "SEMANA SANTA" é a que precede a festa da PÁSCOA (neste ano vai do dia 20 ao dia 27 de março: PÁSCOA). Chama-se SANTA por causa da santidade dos mistérios que nela se cumprem. Começa com a DOMINGA DE RAMOS (20/03). Antes da missa benzem-se os ramos que se distribuem aos fiéis que os levam na procissão. Esta cerimônia comemora a entrada triunfal de JESUS em Jerusalem alguns dias antes de sua PAIXÃO. O povo vem ao encontro dele. Cortavam-se galhos de árvores que se carregavam em sinal de alegria ao canto de "Hosana ao Filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!"A narração da PAIXÃO que se lê na missa diz claramente quais devem ser nossos pensamentos e afetos durante toda a semana santa. Nas Quarta, Quinta e Sexta-feira da semana santa temos de noite ofícios chamados TREVAS, porque se cantam ao cair da noite; no fim apagam-se as luzes para simbolizar o luto da Igreja e a escuridão que baixou sobre a terra quando JESUS morreu. Apagam-se as velas enquanto o ofício vai prosseguindo. A QUINTA-FEIRA SANTA é consagrada à memória da instituição da EUCARISTIA e do Sacerdócio Católico. Na missa há a bênção do óleo dos enfermos e dos catecumenos. A cerimônia termina com o Lava-Pés. A Sexta-feira Santa traz a lembrança da PAIXÃO, Crucifixão e Morte de Nosso Senhor. No SÁBADO SANTO há bênçào do Fogo Novo, do Círio Pascal, Leitura das Profecias e Bênção da Água Batismal. Às 19h: Vigília Pascal. No DOMINGO a maior festa do ano cristão: RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
A "SEMANA SANTA" é a que precede a festa da PÁSCOA (neste ano vai do dia 20 ao dia 27 de março: PÁSCOA). Chama-se SANTA por causa da santidade dos mistérios que nela se cumprem. Começa com a DOMINGA DE RAMOS (20/03). Antes da missa benzem-se os ramos que se distribuem aos fiéis que os levam na procissão. Esta cerimônia comemora a entrada triunfal de JESUS em Jerusalem alguns dias antes de sua PAIXÃO. O povo vem ao encontro dele. Cortavam-se galhos de árvores que se carregavam em sinal de alegria ao canto de "Hosana ao Filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!"A narração da PAIXÃO que se lê na missa diz claramente quais devem ser nossos pensamentos e afetos durante toda a semana santa. Nas Quarta, Quinta e Sexta-feira da semana santa temos de noite ofícios chamados TREVAS, porque se cantam ao cair da noite; no fim apagam-se as luzes para simbolizar o luto da Igreja e a escuridão que baixou sobre a terra quando JESUS morreu. Apagam-se as velas enquanto o ofício vai prosseguindo. A QUINTA-FEIRA SANTA é consagrada à memória da instituição da EUCARISTIA e do Sacerdócio Católico. Na missa há a bênção do óleo dos enfermos e dos catecumenos. A cerimônia termina com o Lava-Pés. A Sexta-feira Santa traz a lembrança da PAIXÃO, Crucifixão e Morte de Nosso Senhor. No SÁBADO SANTO há bênçào do Fogo Novo, do Círio Pascal, Leitura das Profecias e Bênção da Água Batismal. Às 19h: Vigília Pascal. No DOMINGO a maior festa do ano cristão: RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
segunda-feira, 14 de março de 2016
CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA.
As frequentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais JESUS ressuscitou dentre os mortos (At 3,15; Rm 8,11), pressupõem, anteriormente à Ressurreição, que este tenha ficado na MORADA DOS MORTOS. Este é o sentido primeiro que a pregaçào apostólica deu à descida de JESUS aos INFERNOS. JESUS conheceu a morte e com sua alma esteve ali com eles. Mas para lá foi como SALVADOR, proclamando a BOA NOTÍCIA aos espíritos que ali estavam aprisionados, privados da VISÃO de DEUS. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos à espera do REDENTOR. São precisamente as ALMAS SANTAS que esperavam o seu LIBERTADOR no seio de ABRAÃO que JESUS libertou ao descer aos infernos. O CRISTO morto, na sua ALMA unida à sua Pessoa Divina, desceu à Morada dos Mortos. Abriu as PORTAS do CÉU aos JUSTOS que O haviam precedido. No terceiro dia depois da sua morte, JESUS ressuscitou dos mortos (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante da nossa FÉ em CRISTO, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela TRADIÇÃO, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, juntamente com a CRUZ pregada como parte essencial do MISTÉRIO PASCAL. "Cristo Ressuscitou dos Mortos. Pela sua Morte venceu a Morte, aos MORTOS deu a VIDA".
As frequentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais JESUS ressuscitou dentre os mortos (At 3,15; Rm 8,11), pressupõem, anteriormente à Ressurreição, que este tenha ficado na MORADA DOS MORTOS. Este é o sentido primeiro que a pregaçào apostólica deu à descida de JESUS aos INFERNOS. JESUS conheceu a morte e com sua alma esteve ali com eles. Mas para lá foi como SALVADOR, proclamando a BOA NOTÍCIA aos espíritos que ali estavam aprisionados, privados da VISÃO de DEUS. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos à espera do REDENTOR. São precisamente as ALMAS SANTAS que esperavam o seu LIBERTADOR no seio de ABRAÃO que JESUS libertou ao descer aos infernos. O CRISTO morto, na sua ALMA unida à sua Pessoa Divina, desceu à Morada dos Mortos. Abriu as PORTAS do CÉU aos JUSTOS que O haviam precedido. No terceiro dia depois da sua morte, JESUS ressuscitou dos mortos (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante da nossa FÉ em CRISTO, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela TRADIÇÃO, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, juntamente com a CRUZ pregada como parte essencial do MISTÉRIO PASCAL. "Cristo Ressuscitou dos Mortos. Pela sua Morte venceu a Morte, aos MORTOS deu a VIDA".
QUE SIGNIFICA "DESCEU AOS INFERNOS"?
"DESCEU AOS INFERNOS" quer dizer que, depois da morte de JESUS CRISTO, a alma dele desceu ao LIMBO onde os JUSTOS esperavam sua vinda para serem libertados. Os infernos aos quais se alude aqui não são o lugar de tormentos onde eternamente padacem os réprobos. Esse vocábulo ("limbo") designa lugares vulgarmente chamados LIMBOS, onde as almas dos justos mortos na graça de Deus aguardavam a sua LIBERTAÇÃO. Ali não sofriam. Desfrutavam até uma tal e qual ventura natural, porém não viam a DEUS. Ali é que deviam estar Noé, Abraão, Isaac, Jacó, os patriarcas, os profetas, numa palavra: todos os que tinham sido fiéis à lei, pondo no Messias prometido toda a esperança. Eram almas santas; o céu, todavia, estava fechado aos homens desde o pecado de Adão, e só Nosso Senhor Jesus Cristo havia de no-lo franquear, entrando nele primeiro. A chegada do Salvador àquele lugar de expectativa trouxe a todas as almas justas júbilo imenso, pois era o anúncio e o penhor de sua libertação próxima. Não é, contudo, nesse dia que elas entraram no céu: ali JESUS CRISTO as levaria somente no dia da ASCENSÃO, quarenta dias depois de sua RESSURREIÇÃO ("Curso de Instrução Religiosa" por Monsenhor Cauly).
"DESCEU AOS INFERNOS" quer dizer que, depois da morte de JESUS CRISTO, a alma dele desceu ao LIMBO onde os JUSTOS esperavam sua vinda para serem libertados. Os infernos aos quais se alude aqui não são o lugar de tormentos onde eternamente padacem os réprobos. Esse vocábulo ("limbo") designa lugares vulgarmente chamados LIMBOS, onde as almas dos justos mortos na graça de Deus aguardavam a sua LIBERTAÇÃO. Ali não sofriam. Desfrutavam até uma tal e qual ventura natural, porém não viam a DEUS. Ali é que deviam estar Noé, Abraão, Isaac, Jacó, os patriarcas, os profetas, numa palavra: todos os que tinham sido fiéis à lei, pondo no Messias prometido toda a esperança. Eram almas santas; o céu, todavia, estava fechado aos homens desde o pecado de Adão, e só Nosso Senhor Jesus Cristo havia de no-lo franquear, entrando nele primeiro. A chegada do Salvador àquele lugar de expectativa trouxe a todas as almas justas júbilo imenso, pois era o anúncio e o penhor de sua libertação próxima. Não é, contudo, nesse dia que elas entraram no céu: ali JESUS CRISTO as levaria somente no dia da ASCENSÃO, quarenta dias depois de sua RESSURREIÇÃO ("Curso de Instrução Religiosa" por Monsenhor Cauly).
segunda-feira, 7 de março de 2016
DESCEU AOS INFERNOS
"A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO contém superabundantemente a VERDADE para a época a que for dirigida. Mas somente A PODE CONTER EFICAZMENTE, se, caindo nos corações de fiéis a Deus, estes dela se apropriassem, pela reflexão sobre o NÚCLEO da VERDADE recebida de Deus. É muito simples o que queremos dizer, como simples é, aliás, o mistério divino que se encontra no fundo de toda palavra divina como veremos agora, ÀS VÉSPERAS DA PÁSCOA, meditando sobre o dogma da REDENÇÃO DA HUMANIDADE, conforme esta verdade tem sido entendida diversamente pelos fiéis da Igreja ORIENTAL e pelos fiéis da Igreja OCIDENTAL. A Igreja Oriental abraçou e conservou, por exemplo, focalizando especificamente o dogma da REDENÇÃO ("DESCEU AOS INFERNOS", isto é, AO LIMBO ONDE ESTAVAM as almas falecidas gozando da amizade de Deus) uma DETERMINADA TRADIÇÃO que a Igreja Ocidental bem mais cedo deixou escapar. A imagem da REDEENÇÃO (NO TOCANTE ao dogma "DESCEU AOS INFERNOS"), da IGREJA OCIDENTAL está centralizada na figura do GÓLGOTA: o CRUCIFICADO entre os dois ladrões, com a assistência de Maria, figura da Igreja, mãe dos fiéis, e de São João, o apóstolo do Amor a cuja guarda ela é confiada. É a imagem do homem DAS DORES (enquanto a divindade permanece escondida) e do aspecto terrível que o sofrimento CAUSA SOBRE AS PESSOAS. O fruto celeste permanece ainda mais oculto no simbolismo dos LADRÕES. Mas para A IGREJA ORIENTAL a imagem da REDENÇÃO está centralizada na DESCIDA DO CRISTO AOS INFERNOS (AO LIMBO), na abertura forçada da porta até então fechada, na mão do Redentor estendida ao primeiro ADÃO, que não ACREDITANDO NOS PRÓPRIOS OLHOS CONTEMPLA A LUZ PASCAL nas trevas da morte DO LIMBO. É assim que os PADRES ORIENTAIS sempre apresentaram a Redenção nas suas pregações, assim que os Bizantinos e os Russos figuram o acontecimento redentor do outro lado. Deixemos a palavra a um dentre eles para nos abituarmos ao som de sua voz: "Que é isto? Um grande silêncio reina hoje sobre a terra, um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o rei dorme. A terra tremeu e se acalmou, porque Deus adormeceu na carne e porque ele foi despertar aqueles que dormiam desde séculos. Deus está morto na carne e os infernos estremeceram. Deus adormeceu por um lapso de tempo e despertou do sono aqueles que descansavam nos infernos ("DIEU", Hans URS VON BALTHASAR).
"A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO contém superabundantemente a VERDADE para a época a que for dirigida. Mas somente A PODE CONTER EFICAZMENTE, se, caindo nos corações de fiéis a Deus, estes dela se apropriassem, pela reflexão sobre o NÚCLEO da VERDADE recebida de Deus. É muito simples o que queremos dizer, como simples é, aliás, o mistério divino que se encontra no fundo de toda palavra divina como veremos agora, ÀS VÉSPERAS DA PÁSCOA, meditando sobre o dogma da REDENÇÃO DA HUMANIDADE, conforme esta verdade tem sido entendida diversamente pelos fiéis da Igreja ORIENTAL e pelos fiéis da Igreja OCIDENTAL. A Igreja Oriental abraçou e conservou, por exemplo, focalizando especificamente o dogma da REDENÇÃO ("DESCEU AOS INFERNOS", isto é, AO LIMBO ONDE ESTAVAM as almas falecidas gozando da amizade de Deus) uma DETERMINADA TRADIÇÃO que a Igreja Ocidental bem mais cedo deixou escapar. A imagem da REDEENÇÃO (NO TOCANTE ao dogma "DESCEU AOS INFERNOS"), da IGREJA OCIDENTAL está centralizada na figura do GÓLGOTA: o CRUCIFICADO entre os dois ladrões, com a assistência de Maria, figura da Igreja, mãe dos fiéis, e de São João, o apóstolo do Amor a cuja guarda ela é confiada. É a imagem do homem DAS DORES (enquanto a divindade permanece escondida) e do aspecto terrível que o sofrimento CAUSA SOBRE AS PESSOAS. O fruto celeste permanece ainda mais oculto no simbolismo dos LADRÕES. Mas para A IGREJA ORIENTAL a imagem da REDENÇÃO está centralizada na DESCIDA DO CRISTO AOS INFERNOS (AO LIMBO), na abertura forçada da porta até então fechada, na mão do Redentor estendida ao primeiro ADÃO, que não ACREDITANDO NOS PRÓPRIOS OLHOS CONTEMPLA A LUZ PASCAL nas trevas da morte DO LIMBO. É assim que os PADRES ORIENTAIS sempre apresentaram a Redenção nas suas pregações, assim que os Bizantinos e os Russos figuram o acontecimento redentor do outro lado. Deixemos a palavra a um dentre eles para nos abituarmos ao som de sua voz: "Que é isto? Um grande silêncio reina hoje sobre a terra, um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o rei dorme. A terra tremeu e se acalmou, porque Deus adormeceu na carne e porque ele foi despertar aqueles que dormiam desde séculos. Deus está morto na carne e os infernos estremeceram. Deus adormeceu por um lapso de tempo e despertou do sono aqueles que descansavam nos infernos ("DIEU", Hans URS VON BALTHASAR).
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