sábado, 9 de abril de 2011

CRISTO INAUGURA SUA IGREJA - 5

Do grego "poietés" = poeta,do verbo grego "poiéu"= fabricar, confeccionar, fazer. Deus, portanto, é o POETA MÁXIMO, o artista por excelência.O Universo = sua obra prima! Nosso planeta = genial criação divina. A IGREJA CATÓLICA = O POVO DE DEUS = O POEMA DOS POEMAS brotado na sexta-feira da Paixão, no altar da CRUZ, do coração alanceado do POETA SUPREMO que artisticamente se fez homem para restaurar a obra que as criaturas violaram, manipulando impericialmente o dom do livre arbítrio. PENTECOSTES= QUINQUAGÉSIMO DIA depois da Ressurreição de Jesus Cristo, ou da Páscoa, dia anualmente celebrado pelos Judeus, lembrando-lhes a promulgação da LEI dada a seus antepassados no Monte Sinai, em meio do trovão e dos relâmpagos, 50 dias depois da primeira PÁSCOA que coincidira com a saída do Egito. No mesmo instante em que esse memorável acontecimento judaico era celebrado, os apóstolos rezavam, reunidos no cenáculo. De repente se ouviu um como que ruído de impetuoso vento, vindo do alto e enchendo o salão onde se achavam. Viram aparecer línguas de fogo que se dividiram e descansaram em cada um deles. LOGO todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e começaram a falar várias línguas, conforme o ESPÍRITO SANTO os inspirava (At.,II, 1-6). Tendo saído do cenáculo, São Pedro falou ao povo e, naquele dia, converteram 3.000 Judeus. No dia eguinte, ao ouvir a sua palavra, mais 5.000 acreditaram e receberam o batismo. FOI O INÍCIO DA IGREJA CRISTÃ. O aniversário desses poéticos fatos sempre foi celebrado sob o nome de PENTECOSTES: para nós = promulgação da sublime LEI DO AMOR e não mais em meio da tempestade, mas na efusão da LUZ. "Tais coisas sucederam após a Páscoa santa: não mais a lei do TEMOR, mas a lei do AMOR se implanta". Na oração: 'vinde, Espírito Santo, enchei o coração dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor!" se resume todo o mistério e todas as graças do PENTECOSTES.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ALÔ, ALÔ, REALENGO!!! AQUELE ABRAÇO!!!

Não te zangues, CHACRINHA, se te tomo de empréstimo esse bordão que te marcou tantos anos nas domingueiras tardes cariocas e que hoje solfeja meu espírito! ALÔ< ALÔ< REALENGO!!! AQUELE ABRAÇO!!! Por mais profundo tenha sido teu amor e paixão pelo REALENGO, nunca por certo pensaste que no dia 07/04/11 tão depressiva tragédia me acorreria numa presteza sem intervalo de tempo entre a notícia infausta e a voz característica tua, brandindo no ar um metro de bacalhau, e salmodiando teu preferido bordão. ALÔ,ALÔ, REALENGO!!! Roubou hoje teu bairro cem por cento dos olhares curiosos e aflitos e solidários de teus patrícios cariocas e alienígenas, transformando-te no centro de sua incontida e misteriosa e silenciosa estupefação diante do que a mídia nos feria os ouvidos e nos ofuscava os olhos, congelando-nos a capacidade de sequer balbuciar as emoções. ALÔ, ALÔ, REALENGO!!! AQUELE ABRACO!!! Abraço neste final do dia mais triste para vós, pais e mães, irmãos e avós, parentes e amigos dos "brasilerinhos e brasileirinhas", promissoras e primaveris existências prematuramente colhidas pela divina Providência, que jamais ignora as razões do que faz, ou vitimadas inocentemente, o que nos abre lacunas doridas e nos deixa na companhia de uma saudade lacrimejante no canto dos olhos. ALÔ, REALENGO, ALÔ! Aquele abraço-guarda-chuva, de solidariedade, da dimensão dos contornos de teu bairro, que te quer dar esta cidade que hoje caiu em tristeza sem tamanho, e que te deseja uma noite de PAZ, de confiança em Deus que em tudo que nos ocorre é sempre o PAI NOSSO QUE ESTÁ NO CÉU.

CRISTO INAUGURA SUA IGREJA - 4

Foi no dia de PENTECOSTES que a IGREJA nasceu. MALEBRANCHE, oratoriano, metafísico francês (1638-1715), escreveu que Jesus, apenas entrado na glória no dia da Ascensão, abriu o cofre de suas "liberalidades". Suas máximas, a doutrina que seria o conteúdo da entidade que fundara ele já havia transmitido aos seus. Faltava apenas a apresentação oficial da nova sociedade religiosa. Para alguns entendidos, o natal da IGREJA se deu no DIA DE PENTECOSTES que marcaria a sua exteriorização, acentuando-se nela a instituição jurídico-social. Para outros, como Pio XII, ela nasceu no CALVÁRIO, colocando-se sua fundação sobre a Cruz, porquanto, dizem, só por sua morte "nosso Salvador foi feito Cabeça da Igreja no pleno sentido da palavra", quando se teria dado o ponto culminante do processo gradativo de sua fundação. Ela teria nascido como NOVA EVA do lado alanceado de seu esposo adormecido. O certo é que foi no dia de PENTECOSTES que Cristo enviou seu ESPÍRITO para que se compreendessem e se aplicassem as verdades que ensinara. Cristo havia plantado o embrião. Depois colocou uma primeira pedra, um rochedo, um alicerce, PEDRO, mas o monumento não podia ser inaugurado como habitação espiritual, sobrenatural, sem seu principal habitante que é o ESPÍRITO SANTO. Claro que os discípulos individualmente já possuíam esse Espírito, pois tinham o estado de graça. Não o tinham, contudo, como grupo, faltando portanto à IGREJA, à sociedade que se fundava uma alma própria, que seria o ESPÍRITO SANTO que Cristo prometera enviar. Com efeito, escreve o Padre Teixeira Leite Penido, o brilhante teólogo patrício, "o Senhor deu à igreja o poder de perdoar pecados, encarregou Pedro de apascentar o rebanho, dá aos 12 apóstolos a missão de doutrinar e batizar; em Pentecostes a Igreja se manifesta visivelmente com todo o esplendor. O ESPÍRITO SANTO ensina a verdade, dá força para se testemunhar esta verdade. Abrasa os corações de muito amor. Preliba-se a glória celeste". Note-se, porém, que o seu nascer sobre a cruz é a marca de seu caráter sobrenatural e invisível, bem assim como a sua vida crucificada através dos séculos. Os cristãos conjunta e individualmente só se salvam pela CRUZ de CRISTO e o reviver em si da PAIXÃO DE CRISTO.

CRISTO CRIOU A SUA IGREJA - 3

Durante 40 dias contados a partir de sua Ressurreição, Jesus se apresentou a seus discípulos algumas vezes. Numa delas, no decurso de uma refeição com eles, pediu-lhes não se afastassem de Jerusalém, aguardando, para breve, a promessa do Pai por ele transmitida, ocasião em que eles seriam batizados com o Espirito Santo. Quarenta dias depois da Ressurreição ( Atos, 1, 1-12), no Monte das Oliveiras, depois de prometer aos discípulos a força do Espirito Santo que desceria sobre eles para serem testemunhas dele em Jerusalém, na Judeia e na Samaria e até os confins da terra, Jesus se elevou aos céus, oculto numa nuvem. Enquanto se erguia, dois homens vestidos de branco, postados ao lado dele, disseram-lhes: "Homens da Galileia, por que estais aí a olhar para o céu? Este Jesus, que foi arrebatado dentre vós, assim virá, do mesmo modo como o vistes partir para o céu!". Então, do Monte das Oliveiras voltaram a Jerusalém, encaminhando-se para a sala superior onde costumavam ficar. Com eles estavam algumas mulheres, como MARIA, a Mãe de Jesus. Num dos dias seguintes, PEDRO , comentando a deserção de Judas, guia daqueles que prenderam Jesus, contou-lhes que com o dinheiro da iniquidade comprara um terreno e, caindo de ponta-cabeça, arrebentou-se pelo meio, derramando-se todas as suas entranhas. Disse que era preciso preencher o lugar dele, tendo-se apresentado dois candidatos: José, chamado BARSABÁS, e MATIAS. Lançada a sorte sobre eles, esta caiu em MATIAS que foi então contado entre os 12. Tendo-se completado o dia de Penteecostes, todos estavam reunidos no mesmo lugar. "Pente Kostê"= "hemera" = 50 dias, era o quinquagésimo dia depois da Páscoa, 10 dias depois da Ascensão. Historicamente e simbolicamente a data estava ligada ao festival judaico da colheita, dia em que se comemorava a proclamação da LEI MOSAICA no Sinai; o Pentecostes cristão festeja a proclamação da LEI DO AMOR: "Ama e faze o que queres", dirá Santo Agostinho. O amor tudo vivifica e tudo transfigura. Eis por que vivificou e transfigurou os 120 Apóstolos e discípulos no dia de PENTECOSTES. O único obstáculo, diz o Padre Teixeira Leite Penido em "O MISTÉRIO DOS SACRAMENTOS", que embaraça o caminhar da Igreja e explica o seu aparente malogro após 20 séculos de cristianismo, provém da resistência dos homens ao Amor. Porque nada há de mais difícil do que abrir ao Amor o coração empedernido do homem". Continua: PENTECOSTES.

terça-feira, 5 de abril de 2011

CRISTO CRIOU A IGREJA - 2

Chegando Jesus um dia ao território de Cesareia de Filipe (Mt.16, 13-16), perguntou aos discípulos: "Quem dizem os homens ser o FILHO DO HOMEM? Esta pergunta de Cristo constitui o mais claro sinal das intenções dele de fundar a Igreja. Esta pergunta ele a fez a Pedro, na presença dos demais discípulos, sabendo que iria ouvir dele uma resposta que lhe forneceria a ocasião de lançar a segunda peça dos lineamentos da sociedade religiosa que começava a criar. Tomando a palavra, falando em nome dos companheiros, Pedro reconheceu e solenemente proclamou que Jesus era o CRISTO, o Messias, o FILHO DE DEUS VIVO. Ao que, Jesus, com palavras não menos solenes, assim lhe disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela!" Até então o chefe dos apostolos chamava-se SIMÃO. Foi em razão do papel que Ele pretendia atribuir-lhe que Jesus, nesse momento de sua escolha, lhe dá o nome de KEPHAS, isto é, PEDRO, ou ROCHEDO. Ali estava a prova da intenção inicial e persistente de Cristo relativa à construção regular, durável, da sociedade que tinha em mente. A afirmativa de Cristo era como se lhe tivesse dito que a partir de agora, quando o chamava de PEDRO, ele edificava sobre aquela pedra, que era ele, Pedro, a sua Igreja. Por outras palavras: "Eu te constituo o fundamento, o alicerce, do edifício que pretendo levantar". Desta forma, Cristo se declarou e se nomeou o arquiteto que tinha planejado e agora continuava o levantamento da referida casa: "sobre esta casa edificarei a minha Igreja". Passou entào Pedro, filho de Jonas, a ser o fundamento, o principio de estabilidade e de firmeza da sociedade humana sobre a qual lhe caberia o exercício da autoridade. Pelas palavras de Cristo claramente se infere que Ele conferiu a Pedro o principado da Igreja. E esticando os dizeres Cristo completou, explicando a funçào de Pedro: "E eu te darei as chaves do reino dos céus e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus". Pelo uso bíblico, a expressão "dar as chaves" não confere apenas o múnus de um simples porteiro, mas o de administrador da família, de dispenseiro, de mordomo. Desfeita a metáfora, é como se Cristo lhe tivesse dito: "Eu te confiro a suprema administração do reino". Pedro seria na Igreja o ecônomo, o ministro do rei sob cujas ordens tudo administraria. Usando outra imagem, Cristo indica até onde esse poder de administrar se estenderá: "E tudo que ligares na terra será ligado nos céus e tudo que desligares na terra será desligado nos céus", significando isto um supremo poder legisferante e universal, abrangendo um poder disciplinar e doutrinal e até o de perdoar pecados. Através dessa tríplice metafora: pedra, chaves e poder de ligar e desligar, Cristo designa e ilustra o primado de Pedro e de seus sucessores no Pontificado. "E as portas do inferno não prevalecerão contra ela". Em hebraico, por metonímia, PORTA é empregada no sentido de cidade. INFERNO (SHEOL) significa a morada dos mortos, o cárcere em que os condenados padeciam. "Portae inferi" admite duplo sentido: ou o "poder da morte", ou a "morte", frente à qual nada no mundo é mais forte, excetuando-se o poder da Igreja, pois esta será imortal, nunca perecerá. Ou interpretando-se por "os poderes diabólicos ou das trevas" (Lc. 22, 53) que jamais, nas palavras de Cristo, prevalecerão contra a Igreja. Interessante, terminado esse diálogo com os discípulos, Cristo proibiu-lhes dizerem a quem quer que fosse que ele era o Cristo, isto é, o Filho de Deus Vivo, como confessara Pedro. A razão era que os apóstolos ainda não tinham sido instruídos pelo Espírito Santo a respeito da maneira de falar aos ouvintes sobre este dogma. Ademais, como pouco depois iriam comentar sobre a paixão e morte de Cristo, possivelmente a revelação sobre a natureza da pessoa dele produziria mais escândalo e prejuízo na mente dos ouvintes.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

CRISTO CRIOU A IGREJA

A IGREJA é um dom, uma GRAÇA feita aos HOMENS, por isto uma GRAÇA SOCIAL. É uma entidade sobrenatural de comunicação de mistérios. Foi e está encarregada de fazer chegar a VIDA DIVINA à HUMANIDADE. Instituição visível, embora de natureza espiritual, essa "sociedade das almas com Deus" manifesta aos nossos olhos que ela é a RELIGIÃO. A IGREJA é uma MEDIADORA entre nós e Deus. É uma ASSEMBLEIA HUMANA, graças à qual a religião constitui uma VIDA de FAMÍLIA que tem à sua frente, como cabeça, JESUS CRISTO, e que se perpetua através dos procedimentos próprios à vida: geração espiritual, educação, nutrição, proteção exterior e íntima, etc. Pode assim caminhar através deste mundo e dirigir-se ao outro como uma coletividade, nunca sozinha. Como sociedade é a que menos chance tem de permitir a formação de grupos entre seus membros. Em seu caminhar, avança não em grupos distintos, pois forma uma unidade compacta, indissolúvel. O ideal aqui é e CATOLICIDADE. Ela é a OBRA-PRIMA criada por CRISTO. Constitui um sistema de proteção, de difusão e de utilização inventada por Cristo para pôr a serviço do universo e dos séculos as verdades que ele deixou para os grandes e pequenos, para os sábios e as criancinhas. Todos encontram nela os meios sobrenaturais de matar sua fome, sua sede, de conservarem sua vida sobrenatural. A base dessa sociedade religiosa é a IGREJA que, da parte de Cristo e sob sua salvaguarda, comunica e administra os dons divinos. Em razão de seu princípio, o catolicismo é um agente de UNIDADE, de FIXIDEZ, de PERENIDADE como a própria vida, mas rígida como a vida em suas leis eternas. Cristo, em suas pregações na terra, previu um futuro para sua obra-prima, futuro que ele organizou, tendo estabelecido por si próprio para lhe garantir a existência um embrião de sociedade religiosa. Por que um embrião? Porque é assim que nascem todos os seres vivos. Se criando a natureza esse foi o procedimento de Deus, por que o modificaria na criacão da "sobrenatureza"? Sabe-se que Jesus Cristo deixou a IGREJA nos seus lineamentos, ou melhor dizendo, estabeleceu a IGREJA nos seus lineamentos, constituindo inicialmente o primeiro grupo de Apóstolos, com PEDRO à frente a quem confiou poderes definidos a exercer. Continuaremos.

domingo, 3 de abril de 2011

SOLIDARIEDADE

"O mineiro só é solidário no câncer" ! Ainda bem que é mineiro o autor da afirmação. Atribui-se o dito e escrito a Oto Lara Resende, filho do fundador do Colégio Padre Machado, transferido de São João Del Rei para Belo Horizonte. Que com Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Hélio Pelegrino, além de outros muitos mais, tanto elevou a elegância e o amor das letras oriundas das sístoles e diástoles do "coração de ouro no peito de ferro" (Gorceix) = Minas Gerais. Solidariedade, um vocábulo capaz de aceitar uma multiplicidade de significados. Se existisse uma "venda" de palavras, para qualificação de idéias ou expressões ou movimentos encerrando determinada iniciativa humana, aí está uma que nunca rejeitará ser convocada: solidariedade. Que sempre se encontraria numa loja "Multi-Uso". Lembro-me bem de que, após a segunda guerra mundial, levantando a cabeça o movimento comunista numa arregimentação dos operários, aqui como no mundo todo, a Igreja logo apelou para a ideia do Solidarismo Cristão. Fala-se em doutrina social e moral, baseada na solidariedade. Em teoria política, solidariedade designaria uma coexistência democrática. O que, porém, me traz aqui e agora a palavra solidariedade é o comentário de Luiz Felipe Pondé na Folha de S.Paulo de ontem. Escreveu ele: "Se o mineiro só é solidário no câncer, é porque sua solidariedade não passa de um gozo secreto pela miséria do "amigo" doente. Se a única solidariedade possível é essa, então não há solidariedade de fato, logo, não há esperança para o mundo". Este modo de interpretar a frase otolariana me despertou o desejo de saber de outros o que quis Oto Lara expressar com o célebre dito. Procurava eu sempre o sentido real dele sem jamais ficar satisfeito. Agora tudo se me tornou mais complicado. Quando minha sobrinha dentista me afirmou que em minha terra natal "só há há solidariedade no velório", entendi perfeitamente. Lá, de fato, em velórios desaparecem os partidos políticos, as desigualdades sociais, constituindo eles acontecimentos sociais conhecidamente sem convites. E as noites são prazerosas, quase uma como que celebração natalícia. Embora cristãmente falando, de fato o sejam, pois para um membro do Povo de Deus o "dies natalis", o verdadeiro dia do nascimento de um cristão é o dia da sua morte: "a vida começa com a morte", como gravado está na lousa que recobre o túmulo de meu genitor, no único cemitério local, conhecido antigamente e ecologicamente pelo nome das sentinelas que o guardavam: "Os quatro coqueiros", o qual a cidade julgou não carecer mais de substitutos.